domingo, 27 de junho de 2010
CRAQUES: Allan Simonsen
Nascido em Vejle, em 15 de dezembro de 1952, é um ex-futebolista dinamarquês e atual treinador de clubes.
Começou sua carreira no Vejle Boldklub da Dinamarca em 1971, aos 19 anos, onde foi campeão Dinamarquês em 3 ocasiões (1971, 1972 e 1984) e Campeão da Copa da Dinamarca (1972). Ganhou destaque logo no primeiro ano de carreira e conseguiu sua primeira convocação para a Seleção Dinamarquesa Sub-21. No ano seguinte, disputou as Olimpíadas de 1972, em Munique, onde a Dinamarca foi 5º colocada . Nessa Olimpíada, a Dinamarca jogou com o Brasil na fase de grupos, e ganhou por 3 a 2, com 2 gols de Simonsen (Aos 28 minutos do primeiro tempo e aos 38' do segundo tempo).
Em 1972, acertou sua transferência para o Borussia Mönchengladbach, onde teve o auge da sua carreira. Foi tri-campeão alemão (1975, 1976, 1977), foi Campeão da Copa da UEFA em 1975 e 1979 (Fazendo o gol decisivo, contra o Estrela Vermelha de Belgrado) e da Copa da Liga Alemã em 1976. Em 1977 foi vice-campeão da Copa dos Campeões da UEFA, perdendo para o Liverpool (Simonsen marcou, empatando o jogo em 1-1, mas acabou perdendo por 3-1) e Vice-Campeão Mundial de Clubes (O Liverpool decidiu não jogar contra o Boca Juniors, devido ao calendário apertado). Em 1972, veio sua primeira convocação para a Seleção principal da Dinamarca. Em 1978 foi artilheiro da Copa dos Campeões Europeus. Depois de várias tentativas, em 1979 finalmente o Barcelona conseguiu contratar Simonsen, que foi campeão da Copa da Espanha em 1981 e da Recopa Européia de 1982. Em 1983 foi para o Charlton e no mesmo ano para o Vejle e em 1989 encerrou a carreira, aos 37 anos. Na foto, Allan é o segundo da esquerda pra direita.
Em 1984 disputou a Eurocopa na França, junto de outros craques como Michael Laudrup, Preben Eljkaer, Frank Arnesen e Klaus Berggreen. A Dinamarca caiu na Semi-Final, perdendo para a Espanha nos penaltis. Em 1986, iria disputar sua primeira e única Copa do Mundo, onde a Dinamarca caiu nas oitavas, novamente para a Espanha, desta vez por 5-1. Nas 2 competições, Simonsen não marcou gols. No mesmo ano, encerrou sua carreira internacional pela Dinamarca.
Entre as maiores partidas que ele realizou, está a contra a Inglaterra em 21 de setembro de 1983, onde a Dinamarca venceu por 1 a 0 em Wembley, praticamente eliminando a Inglaterra da vaga pra Euro. Na ultima partida das eliminatórias, contra a Grécia (na foto do Jornal), em Atenas, marcou mais uma vez e garantiu de vez a participação da Dinamarca, na Eurocopa de 1984.
Em 1991, iniciou sua carreira de técnico no Vejle, onde permaneceu até 1994. Depois dirigiu as seleções das Ilhas Faroe de 1994 a 2001 e da Seleção de Luxemburgo de 2001 a 2004.
Atualmente não está treinando nenhum time.
sábado, 26 de junho de 2010
RELEMBRAR É VIVER: 1994 Eurocopa Sub-17 Dinamarca
O Ano de 1994 não foi lá os melhores pra Dinamarca, após a conquista da Euro em 1992, por 1 gol de diferença com a Irlanda a Dinamarca não se classificou para a Copa do Mundo de 1994.Porém, a molecada do Sub-17 não fez feio e conquistou o inédito vice-campeonato da Eurocopa Sub-17 disputada na Irlanda. Entre os destaques desta equipe, está o jogador aposentado da Seleção Dinamarquesa Jesper Gronkjaer, que foi o capitão da equipe durante o cameponato inteiro. Por se tratar de um Campeonato anual, a Dinamarca não pode disputar o Mundial Sub-17 de 1995, pois os representantes da Uefa foram os campeões, vice e 3º colocados do mesmo ano.
A Dinamarca já foi sede deste torneio por duas vezes. Em 1989, quando caiu na primeira fase e em 2002 perdendo nos penaltis por 4-3 para a Espanha nas Quartas de Final. Alguns destaques da seleção atual, disputaram o torneio em 2002, como Michael Jakobsen, Morten Ramussen, Kvist e outros como Rooney, Podolski, etc.. Em 1989 a campeã foi a seleção portuguesa (O Destaque foi o já aposentado Luís Figo) e em 2002 a seleção campeã foi a Inglesa.
Confira abaixo a campanha da Dinamarca em 1994:
FASE DE GRUPOS
Suíca 3-4 Dinamarca
2x Gronkjaer
1x Michael Laursen
1x Stefan Hansen
Dinamarca 3-2 Ruissa
1x Kenny Thorup
1x Mads Olsen
1x Stefan Hansen
Dinamarca 3-4 Alemanha
2x Kenny Thorup
1x Stefan Hansen
Quartas de Final
Belarus 1-3 Dinamarca
1x Kenny Thorup
1x Gronkjaer
1x Mads Olsen
Semi-Final
Dinamarca 2(5)-(3)2 Ucrânia
1x Kenny Thorup
1x Carsten Lektonen
Final
Dinamarca 0-1 Turquia
Jacob Johansen
Morten Lauritsen
Carsten Lektonen
Michael Poulsen
Brian Iversen
Mads Olsen
Jesper Grønkjær (c)
Stefan Hansen
Kim Heiselberg
Kenny Thorup
Lasse Vigh
Claus Nielsen
Martin Jensen
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Imprensa Dinamarquesa critica desempenho da Seleção na Copa
A eliminação da seleção da Dinamarca na primeira fase da Copa do Mundo da África do Sul após a derrota de 3 a 1 para o Japão, nesta quinta-feira, foi duramente criticada pela imprensa do país nórdico. Entre os adjetivos usados para classificar a campanha foram utilizados, entre outros, "vergonhosa" e "ridícula".
O jornal "Politiken" traz a manchete "Vergonhoso adeus dinamarquês à África do Sul", e, em crônica, lamenta a ausência da criatividade, objetividade e, "sobretudo, do instinto assassino" da equipe, em uma crítica centrada em Jon Dahl Tomasson, alvo de todas as críticas pela falta de gols de uma equipe "desamparada", que se movimentou "às cegas".
Tomasson, porém, entrou para a história do futebol do país ao marcar, contra o Japão, seu 52º gol com a camisa vermelha, igualando o histórico recorde da seleção, que pertencia a Poul Nielsen (conhecido como "Tist"), que jogou nas décadas de 10 e 20 do século passado.
Para o jornal "Ekstra Bladet", os 45 minutos iniciais do jogo contra os japoneses foram "o tempo mais vergonhoso da história dinamarquesa em Copas". "Vergonhoso, meninos" e "fiasco" foram algumas das expressões utilizadas pela publicação.
A palavra "fiasco" também estava nas páginas de outro jornal, o "BT", enquanto o "Jyllands-Posten" preferiu dizer que a Dinamarca teve uma "pegada decepcionante" no torneio. "Nesta Copa, definitivamente, o potencial deste grupo de jogadores nunca foi visto", afirma o "Berlingske Tidende".
A derrota para o Japão marcou a aposentadoria de dois veteranos, Jesper Gronkjaer, de 32 anos, e Martin Jorgensen, de 34. Tomasson, que há muito tempo vem sendo criticado pela imprensa, afirmou que não deixará a seleção.
Gronkjaer (8) e Jorgensen (10) anunciam aposentadoria da Seleção
A eliminação da Dinamarca da Copa do Mundo na quinta-feira, após derrota por 3 a 1 diante do Japão, marcou também a aposentadoria de dois jogadores da seleção nacional. Jesper Gronkjaer e Martin Jorgensen anunciaram depois da partida que não jogarão mais com a camisa dinamarquesa. “Tomei esta decisão há muito tempo. Chega o momento em que você precisa parar e já fiz tudo o que podia pelo durante um longo período de tempo”, declarou o meio-campista Gronkjaer. O meia do Kobenhavn atuou 80 vezes com a camisa da seleção.
Jorgensen, meio-campista do Aarhus, jogou pela Dinamarca em 99 oportunidades. “Eu já sabia que, quando a Copa do Mundo terminasse, seria o fim para mim”, disse o atleta de 34 anos. A Dinamarca começa sua busca pela classificação para a Euro 2012 no dia nove de setembro, contra a Islândia.
Valeu Jorgensen e Gronkjaer !
quinta-feira, 24 de junho de 2010
RELEMBRAR É VIVER: Portugal 2x3 DINAMARCA - Eliminatórias Copa 2010
[Matéria Retirada de um Site Português]
Depois de um primeiro tempo aguerrido e onde o controlo português foi uma constante, Portugal encontrava-se na frente do marcador depois de uma triangulação perfeita entre Paulo Ferreira, Hugo Almeida e Nani, com este último apenas a encostar. Acreditava-se numa partida tranquila, num segundo tempo seguro e onde as evidências resultariam numa vitória segura. E foi aliás essa a sensação que todos teremos tido até bem perto do final, dado que Portugal – ao seu belo estilo – construía de forma brilhante e finalizava de forma desastrada, repartindo “louros” por Hugo Almeida e Nuno Gomes, dois elementos que teimosamente continuam a ser colocados em esquemas de 4-3-3, tornando o seu rendimento sofrível pela pouca – ou nula – capacidade de finalização. Em contrapartida, criativos não faltaram, e aos 73′ foi Danny a fazer as delícias do público em Alvalade, com duas jogadas de cortar a respiração, que só o puro azar ou a “azelhice” de Nuno Gomes não permitiram terminar de vez com mais uma importante partida.
Até que, aos 84 minutos, a história começaria a construir-se. Um lance que como muitos outros beneficiou da permissividade nacional, e foi Bendtner a finalizar num remate de belo efeito, para a tranquilidade do defensor português. Quim poucas chances teve de salvar. No minuto seguinte, o penalty bem assinalado sobre Nuno Gomes ainda fez acreditar numa vitória em tom de suspiro, mas o pior estava para vir. Não apenas o pior, o terrível, já que Poulsen iria empatar num pontapé de canto, e Jensen fecharia as contas num remate que tanto teve de fortuna como de justeza. No futebol vencem aqueles que mais lutam, e os Dinamarqueses foram capazes de aguentar 80 minutos de um Portugal dominador, num misto de perfeição posicional e de uma pressão altíssima que só o génio de alguns Portugueses foi capaz de ultrapassar. Os minutos finais da partida revelaram-nos novamente o evidente: quem não marca acaba por sofrer, e pior, quem não marca e fica à espera do apito do árbitro, arrisca-se a sofrer a dobrar, como hoje vimos suceder.Link para ver os Gols do Jogo
Próximos Jogos da Dinamarca
Depois da eliminação na Copa do Mundo, a Dinamarca volta a campo no dia 11 de Agosto, contra a Alemanha em um amistoso em Copenhague. (Maiores informações serão postadas aqui no Blog).
Nos último amistoso entre as equipes em Duisburg (Alemanha), a Dinamarca venceu por 1x0.
O jogo mais famoso entre as 2 equipes, sem dúvidas foi a final da Eurocopa de 1992, vencida pela Dinamarca por 2x0.
Segue no link abaixo, a partida de 1992.
Final Eurocopa 1992
Dinamarca perde para o Japão e dá adeus a Copa do Mundo
Para qualquer um que julgasse que a classificação do Japão às oitavas de final da Copa do Mundo da FIFA em 2002 só foi de fato possível por causa do clamor da torcida local, o jogo desta quinta-feira em Rustemburgo tratou de mostrar que a seleção asiática, mesmo longe de casa, tem futebol para ir longe.
Graças a dois belos gols de falta e a um terceiro que nasceu de uma linda jogada de Keisuke Honda – eleito Craque do Jogo Budweiser -, os japoneses derrotaram a Dinamarca por 3 a 1 e fecharam sua participação no Grupo E da Copa do Mundo como vice-líderes com seis pontos; três a menos do que a Holanda. Nas oitavas de final, o Japão encara o Paraguai, vencedor do Grupo F, no dia 29, em Tshwane/Pretória.
Com as duas equipes precisando da vitória para assegurar classificação, a partida começou agitada: nos primeiros minutos, tanto o Japão – com um chute de Makoto Hasebe rente à trave – como a Dinamarca – num belo chute colocado de Jon Dahl Tomasson – tiveram oportunidades claras para marcar. Não havia domínio claro de nenhum dos dois lados.
Graças a dois belos gols de falta e a um terceiro que nasceu de uma linda jogada de Keisuke Honda – eleito Craque do Jogo Budweiser -, os japoneses derrotaram a Dinamarca por 3 a 1 e fecharam sua participação no Grupo E da Copa do Mundo como vice-líderes com seis pontos; três a menos do que a Holanda. Nas oitavas de final, o Japão encara o Paraguai, vencedor do Grupo F, no dia 29, em Tshwane/Pretória.
Com as duas equipes precisando da vitória para assegurar classificação, a partida começou agitada: nos primeiros minutos, tanto o Japão – com um chute de Makoto Hasebe rente à trave – como a Dinamarca – num belo chute colocado de Jon Dahl Tomasson – tiveram oportunidades claras para marcar. Não havia domínio claro de nenhum dos dois lados.
A diferença começou a ser feita nas bolas paradas: aos 17 minutos, Keisuke Honda acertou um petardo como dificilmente se vê. De muito longe, cruzado, colocado, seco e ao mesmo tempo com força; no estilo Juninho Pernambucano. O golaço abriu o placar e permitiu que os japoneses jogassem como gostam: explorando sua velocidade nos contra-ataques.
E ainda vinha mais com as bolas paradas: aos 30 minutos, mais uma falta, essa em frente à área, e quem se ocupou de mais uma cobrança perfeita foi Yasuhito Endo. O camisa sete bateu com curva, no canto esquerdo, e colocou a seleção nipônica na história: foi apenas a quinta vez na história da Copa que uma equipe marcou dois gols de falta no mesmo jogo; a primeira desde a Iugoslávia contra o Zaire na Alemanha 1974.
O Japão jamais havia conquistado uma vitória em Copa do Mundo diante de uma seleção europeia jogando fora de casa, mas o segundo tempo serviu para provar que não havia nem sinal de trauma entre os asiáticos. Apesar da disposição dos dinamarqueses de partir para cima, os comandados de Takeshi Okada se mantiveram firmes: defenderam bem e ainda criaram uma ou outra chance de aumentar a vantagem.
Foi apenas nos últimos 15 minutos de jogo que os nórdicos de fato conseguiram exercer pressão: primeiro, aos 34 minutos, quando Soren Larsen recebeu, matou no peito e, de longe, acertou um belíssimo chute no travessão de Eiji Kawashima. Bastaram mais dois minutos e o gol dinamarquês chegou: Hasebe cometeu pênalti em Daniel Agger. Tomasson cobrou muito mal e Kawashima defendeu, mas o rebote voltou nos pés do próprio camisa nove, que então diminuiu o placar.
Tanto o Japão não sentiu a pressão dinamarquesa que, ao invés de a partida caminhar para um abafa em busca do gol de empate, quem decidiu reagir e selar a classificação foram os japoneses, e de novo com Honda. O atacante do CSKA de Moscou deu um lindo drible em seu marcador para entrar na área e serviu Shinji Okazaki na frente do gol, sem goleiro, para levar os asiáticos de volta à segunda fase de uma Copa. Desta vez, sem precisar sequer do apoio de sua torcida.
E ainda vinha mais com as bolas paradas: aos 30 minutos, mais uma falta, essa em frente à área, e quem se ocupou de mais uma cobrança perfeita foi Yasuhito Endo. O camisa sete bateu com curva, no canto esquerdo, e colocou a seleção nipônica na história: foi apenas a quinta vez na história da Copa que uma equipe marcou dois gols de falta no mesmo jogo; a primeira desde a Iugoslávia contra o Zaire na Alemanha 1974.
O Japão jamais havia conquistado uma vitória em Copa do Mundo diante de uma seleção europeia jogando fora de casa, mas o segundo tempo serviu para provar que não havia nem sinal de trauma entre os asiáticos. Apesar da disposição dos dinamarqueses de partir para cima, os comandados de Takeshi Okada se mantiveram firmes: defenderam bem e ainda criaram uma ou outra chance de aumentar a vantagem.
Foi apenas nos últimos 15 minutos de jogo que os nórdicos de fato conseguiram exercer pressão: primeiro, aos 34 minutos, quando Soren Larsen recebeu, matou no peito e, de longe, acertou um belíssimo chute no travessão de Eiji Kawashima. Bastaram mais dois minutos e o gol dinamarquês chegou: Hasebe cometeu pênalti em Daniel Agger. Tomasson cobrou muito mal e Kawashima defendeu, mas o rebote voltou nos pés do próprio camisa nove, que então diminuiu o placar.
Tanto o Japão não sentiu a pressão dinamarquesa que, ao invés de a partida caminhar para um abafa em busca do gol de empate, quem decidiu reagir e selar a classificação foram os japoneses, e de novo com Honda. O atacante do CSKA de Moscou deu um lindo drible em seu marcador para entrar na área e serviu Shinji Okazaki na frente do gol, sem goleiro, para levar os asiáticos de volta à segunda fase de uma Copa. Desta vez, sem precisar sequer do apoio de sua torcida.
Créditos: FIFA.COM
Dinamarca e Japão duelam pela segunda vaga no Grupo E
Com a Holanda já classificada e com Camarões já eliminado, Dinamarca e Japão se enfrentam nesta quinta-feira, às 15h30 (de Brasília) no Estádio Royal Bafokeng, em Rustemburgo, pela última rodada do Grupo E, brigando diretamente pela segunda vaga da chave nas oitavas de final. As duas equipes somam três pontos, mas os japoneses levam vantagem no saldo de gols (0 contra -1) e, por isso, jogam pelo empate.


“Vamos com tudo em busca da classificação e para isso é obrigatório jogarmos para frente, tentando acuar a seleção japonesa em seu campo. Mas vamos ter que ficar atentos ao contra-ataque deles, que são muito rápidos e habilidosos”, contou Olsen.
Para este compromisso o técnico da Dinamarca vai promover uma alteração em sua equipe. O zagueiro Simon Kjaer vai cumprir suspensão por acúmulo de cartões amarelos. Patrick Mtiliga será o substituto.
Provável escalação da Dinamarca:
Sorensen, Jacobsen, Mtiliga, Agger e Simon Poulsen; Rommedahl, Christian Poulsen, Jorgensen e Gronkjaer; Bendtner e Tomasson.
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